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    Notícias

    31/08/2018
    Setembro Amarelo: No mês de prevenção ao suicídio, o bullying precisa ser discutido entre pais, escolas e alunos

    Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.

    O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.

    Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

    “É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868).

    Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho.

    O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

    Além de um possível isolamento ou queda no rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade.

    Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

    O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda, enfrenta medo e vergonha de ir à escola.

    Pode querer abandonar os estudos, não se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.

    Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas.

    As vítimas chegam a concordar com a agressão acreditando que: “Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?”

    O que os especialistas indicam em caso de bullying na escola:

    Reúna os fatos

    • Procure abordar o assunto sem julgamentos sobre o que está acontecendo, quem está envolvido, onde e quando ocorreu. Quanto mais perguntas fizer, mais informação conseguirá obter
    • Procure a escola
    • Informe-se há regra ou medidas para denunciar o bullying
    • Fale primeiro com o professor. Ele é o seu maior aliado. Pergunte se ele tem algum conhecimento desta situação, conte a história do seu filho
    • Procure um profissional para ajudar a criança a lidar com o problema

     

    Orientação ao aluno

    • Não esconda o que está passando
    • Converse com um adulto da sua confiança: pai, mãe ou professor. Certamente, ele saberá lhe ajudar
    • Não reaja às agressões da mesma forma
    • Identifique as pessoas que praticam bullying com você
    • Não tenha medo de denunciá-las à direção da escola ou aos responsáveis de onde você estiver
    • Saiba que não há nada de errado com você
    • Não se sinta inferior, pois você é a vítima
    • A maioria dos agressores já foi vítima de bullying. Tente usar as dificuldades dessa situação a seu favor, para que não se torne um futuro agressor
    • Se conhecer alguém que enfrenta o problema, ofereça ajuda, escute, converse. A união fortalece o combate ao bullying

     Fonte: Organização Mundial de Saúde (OMS)

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