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Aos funcionários das escolas de idiomas
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    Notícias

    30/11/2018
    Comunidade escolar faz ato em apoio ao Colégio Santo Agostinho
    por Sinpro-MG*

    No início da tarde de quinta-feira, 29, centenas de pais, mães, estudantes, professores/as e trabalhadores/as realizaram o ato “Abraço ao Colégio Santo Agostinho”, realizado nas unidades de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima. A manifestação reforçou a solidariedade à instituição diante dos recentes ataques ao livre exercício da atividade docente e em repúdio à ação judicial proposta por dois promotores do Ministério Público de Minas Gerais, com base em um suposto ensino da “ideologia de gênero”.

    Representantes do Sindicato dos Professores (Sinpro Minas) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) também estiveram presentes. Aerton Silva, diretor do Sindicato e ex-professor do Colégio Santo Agostinho, afirmou que a entidade assume o compromisso de seguir fortalecendo a luta em defesa da autonomia profissional docente. “Recebemos a notícia dessa ação contra o Santo Agostinho com muito pesar, mas estar hoje nas ruas ao lado de tantas pessoas que querem resistir a essas ações arbitrárias é muito estimulante. O momento político em que vivemos nos pede unidade e força”, avaliou.

    Gilson Reis,  coordenador-geral da Contee –  Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino,  ressaltou que o ato demonstrou o repúdio à Lei da Mordaça, que reforça cada vez mais atitudes conservadoras contra princípios da educação universal. “Setores fundamentalistas da sociedade brasileira estão tentando impor o retrocesso nas escolas e a manifestação aqui hoje é um levante da sociedade. É preciso denunciar essas atitudes, porque o nosso silêncio possibilita o avanço daqueles que querem o retrocesso”, afirmou.

    Não é raro ver os defensores do projeto Escola sem Partido falarem em nome dos/das estudantes, na tentativa de justificar uma educação superficial e antidemocrática. Mas, durante o ato, os/as estudantes ocuparam as ruas e falaram por eles/as mesmos/as. Tiago Pato Magalhães, aluno do 2º ano do ensino médio disse que todos se uniram para construir o movimento. “Eu sou a favor de toda essa mobilização, porque precisamos de fato ter educação na escola”, ressaltou.

    A estudante do 3º ano do ensino médio, Sofia da Matta, também enfatizou que é importante não só a posição da escola, mas de toda a comunidade, justamente para demonstrar união nesta conjuntura. “Em uma sociedade que debate constantemente sobre as liberdades, sobre o direito das minorias, não se pode excluir isso do ambiente escolar, é sempre importante refletir e mostrar que as pessoas estão em busca desse debate”, defendeu.

    Se por um lado, a ação movida no Ministério Público foi fruto de denúncias de pais de estudantes, por outro, o ato desta quinta também contou com o apoio e força de mães e pais contrários à ação. A mãe Carolina Rodrigues explicou que é um grupo minúsculo de pais que está entrando com essa representação e que, em resposta, já foram colhidas centenas de assinaturas de familiares contra os ataques ao Colégio. “A escola não ensina ‘ideologia de gênero’ e, sim, educação sexual, que é de extrema importância para a formação humana”, afirmou.

    *Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas)

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