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PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA PEDIDO DE BOLSAS DE ESTUDOS ATÉ 25/06/2020
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COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL - APROVAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2020/2021
COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL
PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRTUAL
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EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL
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NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
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COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
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COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
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Conheça as decisões da liminar
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Convênio médico com atendimento gratuito
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Associados do SAAEMG e seus dependentes contam com atendimento médico gratuito na rede de clínicas Dr.Agora
Bolsas de Estudos - 2020
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Pedidos deverão ser feitos no sindicato a partir de abril
Plano de saúde Unimed para a categoria
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Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Aos funcionários das escolas de idiomas
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Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    24/05/2019
    Categoria, participe da Greve Geral
    por Adílson Araújo - Presidente da CTB*

    Atenção trabalhador, atenção trabalhadora.

    Seu direito à aposentadoria está sob ameaça. A proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro e Paulo Guedes acaba com as aposentadorias públicas e privatiza o sistema previdenciário brasileiro, ao qual a maioria da nossa classe trabalhadora não terá acesso se o texto encaminhado pelo presidente ao Congresso for aprovado. Além disto, impõe inúmeros outros retrocessos que estão despertando indignação e revolta generalizada na classe trabalhadora.

    Entre eles, a fixação de uma idade mínima; 40 anos de contribuição para receber 100% do valor do benefício; aumento do tempo de trabalho para gozar a aposentadoria, em particular para as mulheres e trabalhadoras rurais; corte no Benefício de Prestação Continuada (pessoas extremamente pobres e deficientes terão o benefício reduzido de R$ 998 para R$ 400) e fim da indenização por demissões imotivadas de quem já está aposentado.

    Comprometido com o patronato, o governo quer jogar sobre as costas da classe trabalhadora todo o ônus da crise econômica pela qual na verdade é o principal responsável, junto com banqueiros e grandes empresários nacionais e estrangeiros, que serão os únicos a lucrar com as mudanças nas regras da aposentadoria.

    A reforma vai provocar um empobrecimento ainda maior do povo brasileiro e, ao contrário do que alardeiam o Palácio do Planalto e a mídia capitalista, isto vai agravar em vez de solucionar o drama do desemprego em massa e os problemas nacionais, a exemplo do que ocorreu após a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita.

    O sistema previdenciário brasileiro é o maior programa de distribuição de renda da América Latina e mais de 4 mil municípios do país dependem dos recursos da aposentadoria para sobreviver. A introdução da capitalização vai privatizar totalmente o sistema, destruindo tudo isto e condenando os idosos à miséria, como ocorre no Chile, onde mais de 90% dos aposentados recebem menos da metade do salário mínimo e o índice de suicídio de idosos aumentou substancialmente, batendo todos os recordes.

    Os economistas e políticos progressistas, bem como as lideranças sindicais brasileiras, já apontaram outros caminhos para retomar o crescimento da economia e contornar o desequilíbrio fiscal. Entre as medidas necessárias neste sentido destacam-se:

    • Taxação das grandes fortunas e dos lucros e dividendos apropriados por rentistas que nada produzem, sobretudo os lucros que são remetidos pelas transnacionais ao exterior em detrimento dos investimentos internos;

    • Cobrança da dívida dos empresários com o INSS, que alcança mais de R$ 400 bilhões;

    • Fim das desonerações, especialmente das contribuições patronais para a Previdência, e da DRU (Desvinculação das Receitas da União), que subtraem recursos do orçamento público e da Seguridade Social;

    • Reforma tributária progressiva que onere o capital financeiro e desonere o trabalho e a produção.

    A reforma que o governo pretende aprovar no Congresso Nacional é contrária aos interesses do povo e da nação brasileira, razão pela qual é repudiada pelas centrais sindicais, pelos parlamentares comprometidos com a classe trabalhadora, pelos movimentos sociais e setores democráticos e progressistas do nosso país. É um retrocesso que temos a obrigação de barrar.

    Seja consciente trabalhador e trabalhadora. Defenda seu direito à aposentadoria, que foi conquistado com muita luta.

    Participe da greve geral do dia 14 de junho e das manifestações convocadas pelo movimento sindical ao longo do ano contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro.

    *Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

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