Atenção Auxiliares de Administração Escolar
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:
Categoria, participe da Greve Geral
Categoria, participe da Greve Geral
"Defenda seu direito à aposentadoria, que foi conquistado com muita luta"
Reforma da Previdência
Reforma da Previdência
Capitalização falhou em 60% dos países que mudaram previdência, diz OIT. Na capitalização, o trabalhador faz a própria poupança para sua aposentadoria
Atendimento médico gratuito no sindicato
Atendimento médico gratuito no sindicato
A categoria tem atendimento em várias especialidades médicas como clínica médica, cardiologia, pediatria, nutrição e fonoaudiologia
A importância de ser sindicalizado
A importância de ser sindicalizado
Além dos direitos previstos na Convenção Coletiva, vale lembrar também os diversos benefícios oferecidos pelo SAAEMG
Homologação das Rescisões Contratuais
Homologação das Rescisões Contratuais
O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Atenção, estabelecimentos particulares de ensino para o informe do sindicato
Aos funcionários das escolas de idiomas
Aos funcionários das escolas de idiomas
Leia abaixo o documento

    Notícias

    24/05/2019
    Categoria, participe da Greve Geral
    por Adílson Araújo - Presidente da CTB*

    Atenção trabalhador, atenção trabalhadora.

    Seu direito à aposentadoria está sob ameaça. A proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro e Paulo Guedes acaba com as aposentadorias públicas e privatiza o sistema previdenciário brasileiro, ao qual a maioria da nossa classe trabalhadora não terá acesso se o texto encaminhado pelo presidente ao Congresso for aprovado. Além disto, impõe inúmeros outros retrocessos que estão despertando indignação e revolta generalizada na classe trabalhadora.

    Entre eles, a fixação de uma idade mínima; 40 anos de contribuição para receber 100% do valor do benefício; aumento do tempo de trabalho para gozar a aposentadoria, em particular para as mulheres e trabalhadoras rurais; corte no Benefício de Prestação Continuada (pessoas extremamente pobres e deficientes terão o benefício reduzido de R$ 998 para R$ 400) e fim da indenização por demissões imotivadas de quem já está aposentado.

    Comprometido com o patronato, o governo quer jogar sobre as costas da classe trabalhadora todo o ônus da crise econômica pela qual na verdade é o principal responsável, junto com banqueiros e grandes empresários nacionais e estrangeiros, que serão os únicos a lucrar com as mudanças nas regras da aposentadoria.

    A reforma vai provocar um empobrecimento ainda maior do povo brasileiro e, ao contrário do que alardeiam o Palácio do Planalto e a mídia capitalista, isto vai agravar em vez de solucionar o drama do desemprego em massa e os problemas nacionais, a exemplo do que ocorreu após a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita.

    O sistema previdenciário brasileiro é o maior programa de distribuição de renda da América Latina e mais de 4 mil municípios do país dependem dos recursos da aposentadoria para sobreviver. A introdução da capitalização vai privatizar totalmente o sistema, destruindo tudo isto e condenando os idosos à miséria, como ocorre no Chile, onde mais de 90% dos aposentados recebem menos da metade do salário mínimo e o índice de suicídio de idosos aumentou substancialmente, batendo todos os recordes.

    Os economistas e políticos progressistas, bem como as lideranças sindicais brasileiras, já apontaram outros caminhos para retomar o crescimento da economia e contornar o desequilíbrio fiscal. Entre as medidas necessárias neste sentido destacam-se:

    • Taxação das grandes fortunas e dos lucros e dividendos apropriados por rentistas que nada produzem, sobretudo os lucros que são remetidos pelas transnacionais ao exterior em detrimento dos investimentos internos;

    • Cobrança da dívida dos empresários com o INSS, que alcança mais de R$ 400 bilhões;

    • Fim das desonerações, especialmente das contribuições patronais para a Previdência, e da DRU (Desvinculação das Receitas da União), que subtraem recursos do orçamento público e da Seguridade Social;

    • Reforma tributária progressiva que onere o capital financeiro e desonere o trabalho e a produção.

    A reforma que o governo pretende aprovar no Congresso Nacional é contrária aos interesses do povo e da nação brasileira, razão pela qual é repudiada pelas centrais sindicais, pelos parlamentares comprometidos com a classe trabalhadora, pelos movimentos sociais e setores democráticos e progressistas do nosso país. É um retrocesso que temos a obrigação de barrar.

    Seja consciente trabalhador e trabalhadora. Defenda seu direito à aposentadoria, que foi conquistado com muita luta.

    Participe da greve geral do dia 14 de junho e das manifestações convocadas pelo movimento sindical ao longo do ano contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro.

    *Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

    Leia também:

    Em nota, CNBB cita Papa Francisco e diz que reforma da Previdência deve ser duramente denunciada

    Fontes de custeio da Previdência Social e Déficit Previdenciário: Verdades e mitos na reforma da Previdência

    Reforma da Previdência dificulta aposentadoria e rebaixa benefícios

    OAB-MG se posiciona contra a Reforma da Previdência

     

     

    Rua Hermilio Alves, 335
    Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
    CEP 31.010-070
    (31) 3057-8200