Participe da Campanha Salarial 2020/2021
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Novembro Negro
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Por que mês da Consciência Negra e não da Consciência Humana?
Saúde gratuita para associados e dependentes
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Associados do SAAEMG e seus dependentes contam com atendimento médico gratuito na rede de clínicas Dr.Agora
Educação
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Pela primeira vez, negros são maioria no ensino superior público
A importância de ser sindicalizado
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Além dos direitos previstos na Convenção Coletiva, vale lembrar também os diversos benefícios oferecidos pelo SAAEMG
Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
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Aos funcionários das escolas de idiomas
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Leia abaixo o documento
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    28/06/2019
    Música e Trabalho: Menino da Porteira
    por Centro de Memória Sindical

    "Menino da Porteira" é, até hoje, uma das músicas mais regravadas do Brasil. A letra fala de uma criança trabalhando. Criança sem escola. Criança sem lazer. O que pode acontecer no futuro de uma criança assim?

    Clique aqui e ouça.

    Menino da Porteira

    (Teddy Vieira e Luizinho/1955)

    Toda vez que eu viajava

    Pela estrada de ouro fino

    De longe eu avistava

    A figura de um menino

    Que corria abri a porteira

    Depoi vinha me pedindo

    Toque o berrante seu moço

    Que é pra mim ficá ouvindo

     

    Quando a boiada passava

    Que a porteira ia fechando

    Eu jogava uma moeda,

    Ele saia pulando;

    Obrigado, boiadeiro

    Que Deus vai lhe acompanhando

    Pra aquele sertão afora

    Meu berrante ia tocando

     

    No caminho desta vida

    Muito espinho encontrei

    Mais nenhum calou mais fundo

    Do que isso que eu passai:

    Na minha viage de volta

    Quarqué coisa eu cismei,

    Vendo a porteira fechada

    E o menino não avistei

     

    Apiei do meu cavalo

    Num ranchinho beira chão,

    Vi uma muié chorando

    Quis sabê qual a razão:

     

    Boiadeiro veio tarde,

    Veja a cruz no estradão,

    Quem matou o meu filinho

    Foi um boi sem coração

     

    Lá pra banda de ouro fino

    Levando o gado servage,

    Quando eu passo na porteira

    Até vejo sua image

    O seu rangido tão triste

    Mai parece uma mensage

    Daquele rosto trigueiro

    Desejando me boa viage

     

    A cruzinha do estradão

    Do pensamento não sai

    Eu já fiz um juramento

    Que eu não esqueço jamais

    Nem que o meu gado estore

    Que eu preciso ir atrás

    Nesse pedaço de chão

    Berrante eu não toco mais.

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