Atenção Auxiliares de Administração Escolar
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:
Período de solicitações: 03/09 a 05/10
Período de solicitações: 03/09 a 05/10
Saiba qual a documentação necessária para fazer o seu pedido no Sindicato. Não perca o prazo!
Traidores do Povo
Traidores do Povo
Conheça os deputados Federais por Minas Gerais que estão contra o seu direito de se aposentar
Atendimento médico gratuito no sindicato
Atendimento médico gratuito no sindicato
A categoria tem atendimento em várias especialidades médicas como clínica médica, cardiologia, pediatria, nutrição e fonoaudiologia
A importância de ser sindicalizado
A importância de ser sindicalizado
Além dos direitos previstos na Convenção Coletiva, vale lembrar também os diversos benefícios oferecidos pelo SAAEMG
Homologação das Rescisões Contratuais
Homologação das Rescisões Contratuais
O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Atenção, estabelecimentos particulares de ensino para o informe do sindicato
Aos funcionários das escolas de idiomas
Aos funcionários das escolas de idiomas
Leia abaixo o documento

    Notícias

    04/07/2019
    Aumenta desigualdade de renda do trabalhador no Brasil
    por Jamil Chade - Jornalista - Publicado originalmente no site UOL

    Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que o Brasil registrou uma nova alta na desigualdade de renda do trabalhador.

    Em 2015, a parcela dos 50% mais pobres ficou com 18,3% de toda a renda dos trabalhadores. Em 2016, essa taxa caiu para 18,13% e, em 2017, chegou a 17,9%.

    Do outro lado da estrutura social do país, os dados apontam que a parcela dos 20% mais ricos entre os trabalhadores ficaram com 56,37% dos salários do país em 2015. Em 2016, essa participou aumentou para 56,48% e, em 2017, chegou a 56,81%.

    No topo da pirâmide, a camada de 10% mais rica dos trabalhadores ficou com 41,3% da renda em 2017. Em 2016, essa taxa era de 40,9 %.

    Os dados de 2017 publicados pela OIT representam uma inversão na tendência que se registrava desde 2004. Há 15 anos, a parcela mais rica dos trabalhadores ficava com 47,7% da renda no país. Em 2016, essa participação caiu para 40,9%.

    Na camada mais pobre, a participação na renda dos trabalhadores passou de 0,49% em 2004 para 1,1% em 2016. Mas perdeu espaço, para 1,04%.

    Séculos

    A concentração brasileira, porém, não é um caso isolado. De acordo com os dados da OIT, essa é uma realidade global, apesar de avanços na China e Índia.

    Em 2017, um trabalhador da camada dos 10% mais ricos tinha um salário médio no mundo de US$ 7,4 mil por mês. Sozinhos, eles ficavam com 48,9% da renda mundial.

    Já os trabalhadores da camada mais pobre recebem o equivalente a apenas US$ 22,00 por mês. Se somados a camada dos 20% dos trabalhadores mais pobres – cerca de 650 milhões de pessoas – sua renda seria de cerca de 1% de toda renda de salários no mundo.

    Considerando metade dos trabalhadores do mundo, a renda média é de apenas US$ 198,00 por mês.

    Os números levaram a OIT a fazer uma constatação sombria. De acordo com Roger Gomis, economista da OIT, uma pessoa da camada mais pobre do mundo teria de trabalhar por mais de três séculos para obter uma renda equivalente ao salário anual dos 10% mais ricos.

    Leia também:

    Com mercado de trabalho frágil, número de autônomos, subutilizados e desalentados é recorde 

    Desemprego no Brasil chega a 12,5% e atinge 13,2 milhões de trabalhadores, diz IBGE

    Conheça a história do 13º Salário

     

    Rua Hermilio Alves, 335
    Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
    CEP 31.010-070
    (31) 3057-8200