Participe da Campanha Salarial 2020/2021
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Novembro Negro
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Por que mês da Consciência Negra e não da Consciência Humana?
Saúde gratuita para associados e dependentes
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Educação
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Pela primeira vez, negros são maioria no ensino superior público
A importância de ser sindicalizado
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Além dos direitos previstos na Convenção Coletiva, vale lembrar também os diversos benefícios oferecidos pelo SAAEMG
Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
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Aos funcionários das escolas de idiomas
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Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    07/11/2019
    Lucro do Santander alcança R$ 10,8 bilhões
    por Sindicato dos Bancários de São Paulo

    O Santander apresentou lucro líquido gerencial de R$ 10,824 bilhões nos primeiros nove meses de 2019. Isso representa um crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 1,9% em três meses. O Patrimônio Líquido do banco totalizou R$ 73,683 bilhões. Assim, a Rentabilidade sobre o Patrimônio (ROE) alcançou 21,2%.

    “O resultado extraordinário salta aos olhos considerando a crise econômica do país, resultado este alcançado a partir das práticas de juros e tarifas abusivas, acúmulo de trabalho e metas cada vez mais inalcançáveis para seus funcionários”, destaca a dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e bancária do Santander Lucimara Malaquias.

    Brasil, líder em lucro para o grupo

    Com o balanço do terceiro trimestre do ano, o Brasil se mantém com folga na liderança do resultado global do grupo, sendo responsável por 29% de todo o lucro no mundo, que atingiu €6,180 bilhões. O resultado no Brasil é bem superior ao da Espanha, sede do banco, que fica em segundo lugar respondendo por 15% de todo o lucro global.

    “Ao invés de reconhecer e valorizar os bancários brasileiros pelo resultado alcançado, o banco é reconhecido até na Justiça como uma empresa com práticas de gestão perversa e altamente prejudicial à saúde dos seus funcionários”, diz a dirigente, lembrando a condenação do Santander, na 3ª Vara do Trabalho de Brasília, em R$ 274 milhões, por metas abusivas e adoecimento mental dos trabalhadores.

    A cruel gestão do Santander

    Lucimara ressalta ainda que o banco tem o dever de dar contrapartida social aos brasileiros, uma vez que é concessão pública. “Ao invés disso, onera a Previdência Social do país devendo milhões e também por conta do alto índice de adoecimento dos funcionários.”

    “Soma se a isso a suspeita de sonegação fiscal, diante da qual o banco fez acordo para escapar de uma condenação ainda maior”, acrescenta.

    Empregos

    Em doze meses (setembro de 2018 a setembro de 2019), o Santander abriu 1.646 postos de trabalho, chegando a setembro deste ano com 49.482 empregados. Também foram abertas 41 agências no mesmo período.

    Mas a dirigente sindical alerta que, apesar do saldo positivo de empregos, o banco espanhol tem a prática perversa no Brasil de demitir empregados adoecidos ou mais antigos, com os mais altos salários. “Em que pese o saldo positivo de contratações, o banco segue despedindo trabalhadores adoecidos, que estão próximos do período de estabilidade pré-aposentadoria e com salários mais altos das áreas. Ou seja, ele dispensa os trabalhadores mais antigos ou doentes e contrata jovens com salários mais baixos.”

    Os dados do balanço mostram ainda que só com o que o banco arrecada com prestação de serviços e tarifas cobradas dos clientes (as chamadas receitas secundárias), o Santander poderia pagar quase duas vezes toda a sua despesa com empregados (folha de pagamento, treinamento, PLR, etc). A relação entre a receita de prestação de serviços (que variou 11,7% e totalizou R$ 14 bilhões) e a despesa de pessoal (que ficou estável, totalizando R$ 7 bi) ficou em 199%.

    “No ano passado, com tarifas o banco pagava 180% da folha. Este ano já subiu para 199%. Ou seja, menores salários, tarifas mais altas. Em que pese a abertura de agências, movimento contrário à maioria dos bancos, as agências seguem reduzindo o quadro de funcionários, sobrecarregando os demais, e oferecendo um atendimento precário aos clientes, não por culpa dos bancários, mas como resultado da sobrecarga e das metas abusivas. Não por acaso, o Santander é um dos primeiros colocados nas reclamações do Banco Central”, lembra ainda Lucimara.

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