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PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA PEDIDO DE BOLSAS DE ESTUDOS ATÉ 25/06/2020
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COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL - APROVAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2020/2021
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PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRTUAL
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EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL
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NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
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COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
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COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
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Conheça as decisões da liminar
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Convênio médico com atendimento gratuito
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Bolsas de Estudos - 2020
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Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Aos funcionários das escolas de idiomas
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Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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    Notícias

    11/11/2019
    Reitoria de universidade mineira processa estudante e trabalhadores
    por Wallace Oliveira - Jornal Brasil de Fato

    A reitoria da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) ajuizou um processo de interdito proibitório contra quatro integrantes da comunidade acadêmica, três professores e um estudante. De acordo com a reitoria, eles teriam promovido protestos agressivos, paralisações e bloqueios. Além disso, a reitoria alega a ameaça de invasões do campus.

    O processo cita três diferentes manifestações: um ato realizado no dia 12 de setembro, envolvendo estudantes, técnicos e docentes, em repúdio à nomeação do professor Janir Alves Soares, candidato com menor número de votos, para reitor; dois protestos estudantis, nos dias 26 e 30 de setembro, contra o aumento da tarifa do ônibus universitário, que subiu de R$ 2,75 para R$ 3,10.

    O Juízo da 2ª Vara Federal Cível e Criminal concedeu liminar impedindo que as pessoas processadas se manifestem em vias de acesso à universidade ou nos prédios da instituição, sob a pena de multa de R$ 2 mil por dia. A professora Anielli Lemes, uma das citadas no processo, contesta a versão e critica a postura da reitoria, de falta diálogo com a comunidade universitária. Essa postura, segundo ela, está associada a uma das principais políticas da nova gestão, de corte de recursos em áreas importantes.

    “Ele anuncia cortes, fala com a mídia e só nos avisa. Isso faz com que a comunidade reaja de alguma maneira, via ofícios ou manifestações. Eles colocam no processo que os estudantes cercearam o direito de ir e vir das pessoas. Só que os estudantes estão a favor do direito de ir e vir das pessoas que não têm condições de pagar o ônibus para chegar à universidade e estudar”, critica a professora, que é presidenta da Associação dos Docentes da UFVJM.

    Ernesto Elias, estudante de história e presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), também foi processado. Ele conta que as manifestações foram pacíficas, utilizando roupas pretas, cartazes e faixas. Os manifestantes cuidaram para que pesquisadores e pós-graduandos pudessem trafegar livremente pelo espaço, indo trabalhar.

    Ernesto questiona o fato de que o processo seja movido contra indivíduos e o modo como a decisão foi tomada pela reitoria. “Nós representamos nossas entidades. Ao invés de a reitoria ajuizar o processo contra as entidades, o fez contra nós. Além disso, a reitoria tomou essa decisão sem discutir nos conselhos colegiados, que são estatutariamente quem rege os processos na universidade. É uma ação autoritária”, afirma.

    Eleito sem votos

    Em agosto, Jair Bolsonaro (PSL) nomeou Janir Alves Soares, terceiro nome da lista tríplice, como novo reitor da UFVJM para o período de 2019 a 2023. Embora o presidente da República tenha a prerrogativa de escolher o candidato que vai ocupar o cargo, nas últimas décadas, imperava o costume de se respeitar a decisão da maioria da comunidade universitária.

    A chapa do professor Janir Soares obteve apenas 5,2% dos votos válidos dos professores, funcionários e estudantes, ficando com a quarta colocação. O primeiro colocado foi seu antecessor, o professor Gilciano Nogueira, que teve 27,37% dos votos válidos.  

    Outras universidades, como a UFGD, UFTM, UFRB e UniRio também tiveram nomeados candidatos que não tinham o respaldo da maioria da comunidade acadêmica e não eram os primeiros das litas tríplices enviadas por seus conselhos universitários. Na UniRio, aliás, Bolsonaro nomeou um professor que sequer havia participado das eleições.

    Edição: Elis Almeida

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