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    Notícias

    21/01/2020
    Reforma Trabalhista não gerou os empregos prometidos pelo governo
    por Saaemg com informações do Uol e Brasil de Fato

    A "Reforma" trabalhista aprovada pelo governo Temer, em novembro de 2017, completou dois anos e não gerou o número de empregos prometidos. Nesse período, o Brasil ganhou 1,15 milhão de vagas com carteira assinada. O então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, esperava 2 milhões de empregos entre 2018 e 2019. Em 10 anos, o governo prometia entre seis e 10 milhões de empregos.

    Para piorar, a "Reforma" tornou o trabalho mais precário.

    Bárbara Vallejos, integrante do Grupo de Trabalho sobre a Reforma Trabalhista do Instituto de Economia da Unicamp, mestre em Desenvolvimento Econômico e técnica do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que, além de não impactar na criação de novos postos de trabalho, o principal problema da reforma trabalhista é o aumento de vagas de trabalho precarizadas.

    “Quando observamos como as reformas trabalhistas impactaram o mercado de trabalho, o que ocorreu foi um movimento de substituição dos postos formais, do que seria equivalente a uma CLT, com salário fixo, por formas precárias e atípicas de contratação. Então, vão se constituindo mercados de trabalhos mais flexíveis, em que os trabalhadores tem menos previsibilidade do seu salário e evidentemente tem uma perda também de seu poder de compra", explica a técnica do Dieese. 

    Segundo o IBGE, o número de desempregados no Braisil é recorde e alcança cerca de 12 milhões de pessoas. 

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