ATENDIMENTO NUTRICIONAL ON-LINE NO SAAEMG
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PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA PEDIDO DE BOLSAS DE ESTUDOS ATÉ 25/06/2020
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COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL - APROVAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2020/2021
COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL
PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRTUAL
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EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL
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NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
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COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
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COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
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Conheça as decisões da liminar
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Convênio médico com atendimento gratuito
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Associados do SAAEMG e seus dependentes contam com atendimento médico gratuito na rede de clínicas Dr.Agora
Bolsas de Estudos - 2020
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Pedidos deverão ser feitos no sindicato a partir de abril
Plano de saúde Unimed para a categoria
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Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Aos funcionários das escolas de idiomas
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Leia abaixo o documento
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    13/04/2020
    Jornal “O Globo” defende o fim dos sindicatos e a consequente volta da escravidão
    por Anderson Pereira - Jornalista
    Na última semana, o Jornal O Globo criticou a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que concedeu uma liminar contra a Medida Provisória 936. A MP estabelecia, entre outros absurdos, o corte de salários e a redução da jornada de trabalho sem a segurança dos sindicatos, ou seja, apenas entre patrões e empregados. O diário só faltou pedir a volta da escravidão.
     
    Segundo o jornal, a “liminar concedida no STF contra a MP 936 cria insegurança jurídica que estimula o desemprego”.  O argumento é tão falso como uma nota de três reais.
     
    Todos se lembram que, em 2017, a Reforma Trabalhista foi aprovada com a justificativa de que iria gerar mais empregos no Brasil. Passados três anos, o que se viu foi justamente o contrário. Os postos de trabalho criados são de baixa remuneração, o desemprego persiste e o trabalhador não tem qualquer perspectiva de dias melhores.
     
    Em outro ponto do texto, o mau-caratismo do jornal da família Marinho fica ainda mais explícito ao afirmar que o problema do Brasil é o Estado e a Constituição Federal.
     
    Diz o jornal: “A crise do coronavírus está expondo não apenas a dificuldade que o cipoal de leis e o excesso de normas causam para a administração pública em momentos críticos, mas também os malefícios da cultura arraigada em instituições que entendem ser o poder intervencionista do Estado único instrumento de defesa dos mais fracos”.
     
    Ora, é justamente o Estado, neste momento de crise mundial causada pelo novo coronavírus, que tem condições de socorrer os trabalhadores. Seja através de políticas públicas de assistência social ou econômicas.
     
    Nos EUA, país admirado pelo presidente Bolsonaro, a falta de um sistema público de saúde tem sido um dos motivos para o grande número de mortes naquele país. Lá, diferente como aqui no Brasil, o cidadão precisa pagar para receber atendimento de saúde.
     
    O nosso Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo sendo tão sucateado pelos governantes, segue atendendo a todos os brasileiros, sem qualquer distinção. Por isso, é preciso lutar por mais investimentos e também pela valorização dos seus profissionais. Esta é uma das bandeiras da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
     
    Na próxima quinta-feira (16), o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) dará a decisão final sobre a MP 936. Até lá, os trabalhadores precisam ficar atentos. Não podemos pagar pela crise.
     
    Ousar lutar, ousar vencer!
     
    globo

     

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