Bolsas de Estudo - 2021
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COMUNICADO URGENTE AOS TRABALHADORES DA FUMEC
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ATENDIMENTO NUTRICIONAL ON-LINE NO SAAEMG
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COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL - APROVAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2020/2021
COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL
PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRTUAL
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EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL
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NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
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COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
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COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
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Conheça as decisões da liminar
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Convênio médico com atendimento gratuito
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Associados do SAAEMG e seus dependentes contam com atendimento médico gratuito na rede de clínicas Dr.Agora
Bolsas de Estudos - 2020
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Pedidos deverão ser feitos no sindicato a partir de abril
Plano de saúde Unimed para a categoria
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Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Aos funcionários das escolas de idiomas
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Leia abaixo o documento
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    12 de agosto. Dia da Marcha das Margaridas

    No Dia Nacional de Luta contra a Violência no Campo e pela Reforma Agrária, mulheres de todo o país marcham até Brasília pelos direitos dos trabalhadores rurais. Esse movimento, conhecido como Marcha das Margaridas, leva esse nome em homenagem à líder sindical Margarida Alves. Ela, que lutou contra a exploração no campo e pelos direitos dos trabalhadores, combateu o analfabetismo e defendeu a reforma agrária, foi assassinada no dia 12 de agosto de 1983 por usineiros da Paraíba.

    Atualmente, a Fundação de Defesa dos Direitos Humanos Margarida Maria Alves (FDDHMMA), instituição criada no dia 08 de julho de 1994, preserva a sua história.

    Nascida e criada em Alagoa Grande, no Brejo Paraibano, Margarida Alves foi a primeira mulher presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade.  Lá, fundou o Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural, uma iniciativa que, até hoje, contribui para o desenvolvimento rural e urbano sustentável, fortalecendo a agricultura familiar, informa a fundação.

    Lutando pela defesa dos direitos dos trabalhadores sem terra, suas principais metas eram o registro em carteria de trabalho, a jornada diária de trabalho de 8 horas, 13º salário, férias e demais direitos, para que as condições de trabalho no campo pudessem ser equiparadas ao modelo urbano.

    Em seus 12 anos de gestão, o sindicato moveu mais de 600 ações trabalhistas e fez diversas denúncias, como a endereçada diretamente ao Presidente do Brasil, em 1982, João Batista Figueiredo. Infelizmente, Margarida não viveu o suficiente para ver o resultado de seu pleito. Por causa do surgimento do Plano Nacional de Reforma Agrária, a violência no campo foi intensificada por parte dos latifundiários, que não queriam perder suas terras, mesmo as improdutivas.

    A líder sindical foi assassinada com um tiro no rosto quando estava na frente de sua casa. O crime teve repercussão internacional. Símbolo da luta pelos direitos dos trabalhadores rurais, Margarida recebeu, postumamente, o prêmio Pax Christi Internacional, em 1988; em 1994, foi criada, pela Arquidiocese da Paraíba, a Fundação de Defesa dos Direitos Humanos Margarida Maria Alves e, em 2002, recebeu a Medalha Chico Mendes de Resistência, oferecida pelo Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM/RJ).

    O seu lema era: "É melhor morrer na luta que morrer de fome".

     

    Rua Hermilio Alves, 335
    Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
    CEP 31.010-070
    (31) 3057-8200