Atenção Auxiliares de Administração Escolar
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Direito Previdenciário
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A partir de agora, a categoria conta com atendimento em várias áreas como aposentadoria urbana e rural, pensão por morte e benefícios assistenciais
Bolsa de Estudo para o 2º semestre
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Descontos variam de 20% a 100%. Saiba qual a documentação necessária
SAAEMG oferece vacinação contra a gripe em BH
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A vacina é de graça para os sindicalizados ativos nos dias 23, 24 e 25 deste mês. Aproveite!
Atendimento médico gratuito no sindicato
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A categoria tem atendimento em várias especialidades médicas como clínica médica, cardiologia, pediatria, nutrição e fonoaudiologia
A importância de ser sindicalizado
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Homologação das Rescisões Contratuais
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O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
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Aos funcionários das escolas de idiomas
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    Notícias

    13/12/2018
    Defesa de Bolsonaro sobre legislação mais informal preocupa especialistas
    por Fabiana Futema - Revista Veja

    A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre o país ter uma legislação trabalhista que se aproxime mais da informalidade preocupa especialistas no assunto. Os direitos trabalhistas, como FGTS, salário mínimo e proteção contra demissão sem justa casa, estão previstos no artigo 7º da Constituição e não podem ser alterados por emenda.

    Em reunião com parlamentares do partido Democratas (DEM) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Bolsonaro disse que seu governo deve trabalhar no sentido de afrouxar os direitos trabalhistas.“No que for possível, sei que está engessado no artigo sétimo (da Constituição), mas tem que se aproximar da informalidade”, disse.

    Bolsonaro voltou a repetir que "ser patrão é um tormento no Brasil, onde há direitos demais e empregos de menos". E também defendeu que as empresas sejam tratadas como amigas.

    Para Guilherme Feliciano, presidente da Anamatra (Associação dos Juízes Trabalhistas), é preciso entender com clareza o que o presidente eleito quis dizer. “Para mim, a afirmação não ficou clara. Uma legislação próxima da informalidade é uma contradição, pois a informalidade não tem leis. A reforma trabalhista caminhou justamente no caminho da informalidade, ao criar contratos mais flexíveis, como o intermitente.”

    Na avaliação do presidente da Anamatra, aumentar a informalidade é um equívoco, pois tira a eficiência da economia. “Com mais informalidade, não conseguimos ter condições para expandir o crédito. Ter uma legislação que se aproxime da informalidade não parece um bom caminho para um país que pretende voltar a crescer.”

    O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, criticou a declaração de Bolsonaro. “Bolsonaro deixa claro o que quer: retirar direitos dos trabalhadores e agradar os “pobres” patrões, tão prejudicados em nosso país! Deixa claro de que lado da balança está: do empresariado!”

    O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, disse que ele mostra que vai intensificar a reforma trabalhista. “Ele quer oficializar o bico, flexibilizar  totalmente o direito dos trabalhadores. Não é para gerar emprego, mas para precarizar o trabalho. Ele quer regularizar aquilo que o empresário faz de ilegal há anos no país.”

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