Atenção Auxiliares de Administração Escolar
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:
Categoria, participe da Greve Geral
Categoria, participe da Greve Geral
"Defenda seu direito à aposentadoria, que foi conquistado com muita luta"
Reforma da Previdência
Reforma da Previdência
Capitalização falhou em 60% dos países que mudaram previdência, diz OIT. Na capitalização, o trabalhador faz a própria poupança para sua aposentadoria
Atendimento médico gratuito no sindicato
Atendimento médico gratuito no sindicato
A categoria tem atendimento em várias especialidades médicas como clínica médica, cardiologia, pediatria, nutrição e fonoaudiologia
A importância de ser sindicalizado
A importância de ser sindicalizado
Além dos direitos previstos na Convenção Coletiva, vale lembrar também os diversos benefícios oferecidos pelo SAAEMG
Homologação das Rescisões Contratuais
Homologação das Rescisões Contratuais
O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Atenção, estabelecimentos particulares de ensino para o informe do sindicato
Aos funcionários das escolas de idiomas
Aos funcionários das escolas de idiomas
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    Notícias

    13/12/2018
    Defesa de Bolsonaro sobre legislação mais informal preocupa especialistas
    por Fabiana Futema - Revista Veja

    A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre o país ter uma legislação trabalhista que se aproxime mais da informalidade preocupa especialistas no assunto. Os direitos trabalhistas, como FGTS, salário mínimo e proteção contra demissão sem justa casa, estão previstos no artigo 7º da Constituição e não podem ser alterados por emenda.

    Em reunião com parlamentares do partido Democratas (DEM) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Bolsonaro disse que seu governo deve trabalhar no sentido de afrouxar os direitos trabalhistas.“No que for possível, sei que está engessado no artigo sétimo (da Constituição), mas tem que se aproximar da informalidade”, disse.

    Bolsonaro voltou a repetir que "ser patrão é um tormento no Brasil, onde há direitos demais e empregos de menos". E também defendeu que as empresas sejam tratadas como amigas.

    Para Guilherme Feliciano, presidente da Anamatra (Associação dos Juízes Trabalhistas), é preciso entender com clareza o que o presidente eleito quis dizer. “Para mim, a afirmação não ficou clara. Uma legislação próxima da informalidade é uma contradição, pois a informalidade não tem leis. A reforma trabalhista caminhou justamente no caminho da informalidade, ao criar contratos mais flexíveis, como o intermitente.”

    Na avaliação do presidente da Anamatra, aumentar a informalidade é um equívoco, pois tira a eficiência da economia. “Com mais informalidade, não conseguimos ter condições para expandir o crédito. Ter uma legislação que se aproxime da informalidade não parece um bom caminho para um país que pretende voltar a crescer.”

    O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, criticou a declaração de Bolsonaro. “Bolsonaro deixa claro o que quer: retirar direitos dos trabalhadores e agradar os “pobres” patrões, tão prejudicados em nosso país! Deixa claro de que lado da balança está: do empresariado!”

    O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, disse que ele mostra que vai intensificar a reforma trabalhista. “Ele quer oficializar o bico, flexibilizar  totalmente o direito dos trabalhadores. Não é para gerar emprego, mas para precarizar o trabalho. Ele quer regularizar aquilo que o empresário faz de ilegal há anos no país.”

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