COMUNICADO URGENTE AOS TRABALHADORES DA FUMEC
COMUNICADO URGENTE AOS TRABALHADORES DA FUMEC
ATENDIMENTO NUTRICIONAL ON-LINE NO SAAEMG
ATENDIMENTO NUTRICIONAL ON-LINE NO SAAEMG
PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA PEDIDO DE BOLSAS DE ESTUDOS ATÉ 25/06/2020
PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA PEDIDO DE BOLSAS DE ESTU
COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL - APROVAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2020/2021
COMUNICADO 11/06/2020 – RESULTADO ASSEMBLEIA GERAL
PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRTUAL
PROPOSTA DE CCT 2020/2021 A SER VOTADA NA AGE VIRT
EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA VIRTUAL
EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDIN
NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
NEGOCIAÇÕES CONVENÇÃO COLETIVA DE TRAB. 2020/2022
COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
COMUNICADO AOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
COMUNICADO FUNCIONAMENTO SAAEMG
Conheça as decisões da liminar
Conheça as decisões da liminar
Convênio médico com atendimento gratuito
Convênio médico com atendimento gratuito
Associados do SAAEMG e seus dependentes contam com atendimento médico gratuito na rede de clínicas Dr.Agora
Bolsas de Estudos - 2020
Bolsas de Estudos - 2020
Pedidos deverão ser feitos no sindicato a partir de abril
Plano de saúde Unimed para a categoria
Plano de saúde Unimed para a categoria
Fale com um consultor agora
Homologação das Rescisões Contratuais
Homologação das Rescisões Contratuais
O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Aos funcionários das escolas de idiomas
Aos funcionários das escolas de idiomas
Leia abaixo o documento
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
O SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:

    Notícias

    06/02/2019
    SAAEMG participa de manifestação em defesa da Justiça do Trabalho e contra o crime ambiental cometido pela Vale

    Vários trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e sindicais protestaram, nessa terça-feira (05), na praça Sete, centro de Belo Horizonte, em defesa da Justiça do Trabalho, contra o fim do ministério do Trabalho e o crime ambiental cometido pela mineradora Vale, em Brumadinho. O Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar de Minas Gerais (SAAEMG) também compareceu e foi representado pelo presidente Antonio Rodrigues e os(as) diretores(as) Rogerlan Augusta de Morais, Marcos Costa, João Batista da Silveira, José Aloísio Dias e José Geraldo Vieira.

    O fim do Ministério do Trabalho foi anunciado em novembro de 2018, pelo presidente Jair Bolsonaro. A pasta tinha 88 anos de existência. Desde então, o Ministério do Trabalho é apenas uma pasta incorporada ao Ministério da Economia. Uma das atribuições principais do ministério era coordenar políticas para a geração de emprego e renda, dar apoio ao trabalhador e fiscalizar o cumprimento das normas trabalhistas.

    Após anunciar o fim do Ministério do Trabalho, Jair Bolsonaro disse, no início de janeiro, durante entrevista ao telejornal SBT Brasil, que o governo estuda acabar também com a Justiça do Trabalho. A Justiça do Trabalho é responsável por jugar as ações entre empregados e patrões que, muitas vezes, desrespeitam as leis trabalhistas. Para justificar essa decisão, ele disse que “é muito difícil ser patrão no Brasil, pois há muitas leis trabalhistas”.

    Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), Gilson Reis, o crime da Vale e o fim do ministério do Trabalho fazem parte de um processo de enfraquecimento das relações ambientais e trabalhistas.

    “É preciso estabelecer novos parâmetros para a legislação ambiental e rever o fim do ministério do Trabalho. Precisamos construir um Estado democrático de direito, que coloque o ser humano e o trabalhador acima dos interesses do capital.  A tragédia de Brumadinho e o enfraquecimento dos trabalhadores são elementos do mesmo pacote e nós estamos aqui, na luta, para denunciar e resistir”, disse ele.

    O diretor da Central Sindical Popular (CSP-Conlutas), Wanderson Rocha, alertou que o fim da Justiça do Trabalho vai prejudicar os trabalhadores.

    “Com o fim da Justiça do Trabalho, os processos dos trabalhadores serão jugados na justiça comum, que é mais lenta. Isso vai dificultar a vida do trabalhador ainda mais”, afirmou ele, que também pediu a revogação da reforma trabalhista.

    Durante o ato na praça Sete, os manifestantes distribuíram uma carta aberta à população  alertando sobre os prejuízos causados pela reforma trabalhista, a terceirização, a reforma da previdência e a extinção da justiça do trabalho.

    Leia abaixo a carta aberta à população

    Já pensou nos prejuízos que lhe trouxeram a Reforma Trabalhista e a Lei da Terceirização?

    Você terá que ficar à disposição da empresa e receber só quando chamado para trabalhar, negociar direitos com os patrões sem o amparo da lei e lidar com condições piores de trabalho e o difícil acesso à Justiça do Trabalho

    Acredita que as privatizações são para reduzir gastos do governo e investir nos serviços sociais?

    Que nada! As empresas serão vendidas a preços de banana, seus produtos e serviços ficarão mais caros e o dinheiro arrecadado será para o pagamento da dívida pública, que nunca acaba e só visa enriquecer os donos dos bancos. Gastos em saúde, educação e moradia estão “congelados” por 20 anos pela Emenda do Teto dos Gastos

    Confia que o governo quer proteger os trabalhadores acabando com o Ministério do Trabalho, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho?

    Balela! O objetivo é acabar com a proteção da Justiça ao trabalhador e à trabalhadora para reduzir custos e aumentar os lucros das empresas

    Sabe o que lhe reserva a PEC 300?

    Se aprovada no Congresso, vai acabar com as férias e o 13º salário

    Crê que a Reforma da Previdência vai reduzir sua aposentadoria para garantir as aposentadorias futuras?

    Engana-se. As reformas na previdência são sempre para dificultar a sua aposentadoria, obrigando-o a migrar para a previdência privada, favorecendo mais uma vez os donos dos bancos

    Acha mesmo que o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho foram simples tragédia?

    Não. Foram crimes ambientais e trabalhistas, pois decorreram de desobediência, por parte da Samarco e da Vale, às leis ambientais e trabalhistas e às normas de segurança do trabalho

    Leia também:

    As inverdades para atacar a Justiça do Trabalho

    A quem interessa fechar a Justiça do Trabalho?

    Em BH, centrais e entidades fazem ato em defesa da Justiça do Trabalho

    A importância da Justiça do Trabalho

    ANAMATRA lança campanha: O que a Justiça do Trabalho tem a ver com você?

    Rua Hermilio Alves, 335
    Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
    CEP 31.010-070
    (31) 3057-8200