Atenção Auxiliares de Administração Escolar
Atenção Auxiliares de Administração Escolar
o SAAEMG orienta os trabalhadores nos seguintes pontos:
Direito Previdenciário
Direito Previdenciário
A partir de agora, a categoria conta com atendimento em várias áreas como aposentadoria urbana e rural, pensão por morte e benefícios assistenciais
Bolsa de Estudo para o 2º semestre
Bolsa de Estudo para o 2º semestre
Descontos variam de 20% a 100%. Saiba qual a documentação necessária
SAAEMG oferece vacinação contra a gripe em BH
SAAEMG oferece vacinação contra a gripe em BH
A vacina é de graça para os sindicalizados ativos nos dias 23, 24 e 25 deste mês. Aproveite!
Atendimento médico gratuito no sindicato
Atendimento médico gratuito no sindicato
A categoria tem atendimento em várias especialidades médicas como clínica médica, cardiologia, pediatria, nutrição e fonoaudiologia
A importância de ser sindicalizado
A importância de ser sindicalizado
13º salário, férias...Essas e outras conquistas são frutos da organização dos trabalhadores e os seus sindicatos
Homologação das Rescisões Contratuais
Homologação das Rescisões Contratuais
O SAAEMG orienta as empresas, contabilidades e trabalhadores que as rescisões contratuais devem ser homologadas no sindicato.
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Contribuição assistencial e mensalidade sindical
Atenção, estabelecimentos particulares de ensino para o informe do sindicato
Aos funcionários das escolas de idiomas
Aos funcionários das escolas de idiomas
Leia abaixo o documento

    Notícias

    19/03/2019
    Como a PEC da Previdência de Bolsonaro afeta as mulheres brasileiras
    por Rafaella Dotta - Jornal Brasil de Fato

    A mudança na aposentadoria é a principal promessa do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que deve ser feita via reforma da Previdência - Proposta de Emenda à Constituição 06/2019. Além de afetar os trabalhadores, a reforma prejudica direitos que mulheres já haviam conquistado.

    Um relatório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que a desigualdade que mulheres enfrentam no mercado de trabalho deve ser analisada junto com a reforma. Mulheres ganham menos que homens, são a maioria dos desempregados, trabalham sem carteira assinada, e além disso trabalham mais horas por semana. Isso tudo as torna as mais prejudicadas.

    Por que mulheres devem aposentar mais cedo?

    Mulheres trabalhadoras fazem em média 17 horas por semana de tarefas domésticas, enquanto homens fazem 8 horas e meia por semana. Na soma entre as horas de trabalho fora e dentro de casa, as mulheres trabalham 54 horas por semana, e os homens 50 horas. A reforma da Previdência não considera isso e quer igualar a idade de aposentadoria para os trabalhadores e trabalhadoras rurais, mesmo mulheres do campo tendo muito mais trabalho em casa.

    Aumento da idade mínima atrapalha aposentadoria feminina

    A nova proposta sobe para 62 anos a idade mínima para as mulheres se aposentarem. A aposentadoria por idade é a mais comum entre as trabalhadoras, pois não conseguem chegar ao tempo mínimo de contribuição. Em 2017, 63% dos aposentados por idade eram mulheres.

    Mulheres têm mais dificuldade em contribuir para a Previdência

    Do total de mulheres trabalhando, quase metade (47%) não possui registro de carteira assinada. Elas trabalham sem carteira, por conta própria ou auxiliando a família. 14,5 milhões de mulheres declaram que não contribuem para a Previdência. Das trabalhadoras domésticas, 62% não conseguem pagar o INSS. Se elas tiverem que contribuir por 40 anos para ter a aposentadoria integral, muitas não chegarão lá.

    Trabalhadoras negras serão ainda mais penalizadas

    Mesmo entre as mulheres, há grande desigualdade de salários. O rendimento das mulheres brancas é 70% maior que o das mulheres negras. As trabalhadoras negras são maioria nos trabalhos mais pesados (faxina, serviços gerais) e informais, com ainda mais dificuldade para contribuir com o INSS.

    Pensão e BPC: 84% vão para as mulheres

    A reforma da Previdência pretende proibir que se acumule mais de uma aposentadoria ou pensão no mesmo regime. No caso em que permite acumulação, um dos benefícios diminui o valor (de 20% a 80%). O problema é que mais de 6 milhões de mulheres recebem e dependem dos BPCs e pensões. A mudança pode causar prejuízo a milhões de famílias chefiadas por mães.

    Edição: Joana Tavares

    Leia também:

    SAAEMG participa de audiência pública sobre a reforma da previdência

    Reforma da Previdência atinge mulher negra

    Privatizar a previdência foi um fracasso em todo o mundo, diz OIT

    Mulheres e Previdência: "Reforma" torna aposentadoria um sonho distante

    Pesquisadora explica por que só os bancos ganham com a PEC da Previdência

    Quem ganha e quem perde com a reforma da previdência?

    Sonegação, falcatruas e renúncias tiram mais de R$ 85 bi do INSS

    Proposta de reforma da previdência de Bolsonaro é pior do que a de Temer

    Reforma da Previdência: Entenda o que está em jogo

    Reforma da Previdência em 5 países: Perdas e Retrocessos

    Como é se aposentar no Chile, o 1º país a privatizar sua previdência

    Diretoria do SAAEMG marca presença no Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência

    Reforma da Previdência dificulta aposentadoria e rebaixa benefícios

    OAB-MG se posiciona contra a Reforma da Previdência

    Assista:

    Clique aqui e assista o vídeo produzido pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (ANFIP) sobre a farsa do chamado “rombo” da Previdência

     

    Rua Hermilio Alves, 335
    Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
    CEP 31.010-070
    (31) 3057-8200