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Dirigentes da CTB participam de reunião na Câmara dos Deputados pela jornada de 40 Horas e fim da escala 6×1

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) reforça sua presença na defesa dos direitos da classe trabalhadora brasileira. Nesta quarta-feira (18), o presidente nacional da central, Adilson Araújo; o vice-presidente, Ubiraci Dantas, e demais dirigentes, participam da sessão da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, que debateu a votação do relatório do PL 67/2025, que estabelece a jornada de 40 horas semanais e garante ao menos dois dias de repouso remunerado para os trabalhadores.

A central reafirma seu apoio ao fim da escala 6×1 e à implementação da escala 5×2, medidas que asseguram maior equilíbrio entre trabalho e descanso e ampliam a qualidade de vida da categoria.

Além disso, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados promove nesta quarta, às 14h, audiência pública para debater a PEC 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.

O debate pode ser acompanhado pelo canal: https://www.youtube.com/live/YVBUQSZ_86w

Marcha da Classe Trabalhadora

Em plenária virtual realizada nesta terça-feira (17), com mais de 200 representantes de centrais sindicais, movimentos sociais, populares e partidos de esquerda, que teve como objetivo central alinhar a articulação política nacional em torno da campanha pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial, foi definido um calendário unitário de mobilizações e estratégias de pressão sobre o Congresso Nacional.

A principal mobilização será a Marcha da Classe Trabalhadora pelo fim da escala 6×1, no dia 15 de abril, em Brasília (DF). A Marcha, que levará a Agenda da Classe Trabalhadora aos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT); da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) , terá cinco pautas prioritárias:

– Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com fim da escala 6×1;

– Regulamentação do trabalho por aplicativos;

– Fortalecimento da negociação coletiva no serviço público;

– Luta contra o feminicídio;

– Combate à pejotização.

Com relação ao 1º de Maio, foi decidido que as atividades serão descentralizadas, com identidade nacional unificada. Em vez de grandes manifestações organizadas pelas centrais nos estados, a orientação é para que as entidades de base – sindicatos, federações e confederações – promovam atos junto às suas próprias bases.

Fontes: com informações do Portal CTB e Portal Vermelho.

 

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